
Diante de tudo, percebido pelo óbvio, me faço de rogada e continuo meu caminho. As táticas são as mesmas e o controle sobre a situação só é possível se você coloca na boca do outro o gosto e o prazer da ultima raspa de brigadeiro quente grudado na panela.
Mas porque levar a serio, um ato tão irrelevante, ou brigar com o mundo, quando na realidade a briga que se faz é a de você com você mesmo. Continuarei na minha alegria que azucrina, na minha realidade transparente que já lhe intriga e na cor dos meus olhos vivos e brilhantes que hoje se fazem límpidos, por ter encontrado a saída que procuras em ti, e que eu, já achei em mim.
Se acha que me importunará com sua lembrança quase ínfima, e que insiste em retomar com sua voz quase cálida e passiva. Sinto dizer, que muito de mim, já teve e hoje nada nem mínguas terás. Eu já fui até o poço. O poço chamado vazio. E voltei de lá, passo a passo, quando comprava uma briga com as paredes frias e gris. Mas sou firme na labuta, venço o preço mais alto para fazer do meu martírio uma felicidade completa. E te engano facilmente com um pedaço do meu corpo quente, quando na verdade é do frio que te alimento, ou você pensa que os devaneios chegam latentes a caminho da maturidade sentida internamente.
Ora criança, não deixe de canalizar a sua energia, não me tomes como força banida, pois se é, não desprenderia tanta energia, para simplesmente demonstrar que és importante apenas para você mesmo. Mas, é pena que não veja nunca o que vejo, continuará perdido nos seus desejos e só encontrará a saída quando aprender que liberdade, é aquilo que brota primeiro, dentro de ti.
Mas porque levar a serio, um ato tão irrelevante, ou brigar com o mundo, quando na realidade a briga que se faz é a de você com você mesmo. Continuarei na minha alegria que azucrina, na minha realidade transparente que já lhe intriga e na cor dos meus olhos vivos e brilhantes que hoje se fazem límpidos, por ter encontrado a saída que procuras em ti, e que eu, já achei em mim.
Se acha que me importunará com sua lembrança quase ínfima, e que insiste em retomar com sua voz quase cálida e passiva. Sinto dizer, que muito de mim, já teve e hoje nada nem mínguas terás. Eu já fui até o poço. O poço chamado vazio. E voltei de lá, passo a passo, quando comprava uma briga com as paredes frias e gris. Mas sou firme na labuta, venço o preço mais alto para fazer do meu martírio uma felicidade completa. E te engano facilmente com um pedaço do meu corpo quente, quando na verdade é do frio que te alimento, ou você pensa que os devaneios chegam latentes a caminho da maturidade sentida internamente.
Ora criança, não deixe de canalizar a sua energia, não me tomes como força banida, pois se é, não desprenderia tanta energia, para simplesmente demonstrar que és importante apenas para você mesmo. Mas, é pena que não veja nunca o que vejo, continuará perdido nos seus desejos e só encontrará a saída quando aprender que liberdade, é aquilo que brota primeiro, dentro de ti.
3 comentários:
"A briga que se faz é a de você com você mesmo."
Seu melhor post de todos os tempos.
O mais bem escrito.
E, talvez, um dos mais sinceros.
Não sei se é o seu melhor post, como disse o Jorge. Mas que é um dos melhores que já li, isso com certeza.
Beijo.
Um dos melhores sim.
Minha neguinha cada vez melhor: na scrita e na vida.
mulé boa em muitos sentidos.. ah! eu quero um pedacinho!!!!!!!
rs
(pra não dizer que quero comer, porque fica feio, né??) kkkkkk
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SEM CENSURA...SE JOGUE!