Quando ainda há tempo de socorremo-nos


Depois de nos embocar no enclaustro rixosos do poço sem limite de nós mesmos, encontramos um abismo do tamanho das perguntas que soam das respostas que refazemos sobre tudo.

Quando ainda há tempo de socorremo-nos, vemos pela primeira vez o que nos aprisiona muito claro e muito nítido do que em nós - a nós, era tudo que foi inscrito pelo que nem sabíamos consciente sabermos. Traduzimos, mais uma vez, todas as cruéis dúvidas que nos fazem percorrer o mar revolto dos primeiros traços de angústias que nos levariam ao quê e a quem confiávamos.

Não há culpados nessa busca inebriante de nós por nós, enquanto dúbios parceiros de um corpo que de corpo só - não fala, nem de alma, que apenas - cala. Há dúvidas?!?!
Pueris dúvidas, impregnadas apenas em nós, a própria dor partida que se cala. E como parte, naquilo que nem fala?

Mas, ainda há busca. Nessa luta de encontrar parâmetros, sentidos e constructos. Vive na ciranda intima e feminil do que além, e do que por trás como másculo (ou vise-versa) está muito plácido nesse narcísico ideal que se fez breve do que vejo que não é breve nesse instante em “mim”.

Caminhos enérgicos e planos do que assegura uma fonte menor de vazio, chegamos ao ápice. Criamos vários sentidos esguios daquilo que apenas externávamos quando nos permitimos de longe vermos um imenso trocadilho.

Os olhos quase trucidam com anciãs e ponto capengas que fazem lamentos, hoje e contentamento do que veremos apenas nesse momento, e talvez passe todo momento, sem detalhes críticos e reais longe dos verdadeiros hífens que se fizeram logo ali.

E depois de alguns gélidos dias, nós assistimos ao raiar do dia, e em grande lentidão e calmaria como a dor queimada em desmedidas cativas. Encontro apenas para nos perdermos em momentos, sozinhos.
Agora, es chegado o período, o complemento do que se fez durante todos os momentos - uma grande explosão de nós reage no momento muito deleite que ninguém jamais apenas sentiu - apenas nós.

4 comentários:

. disse...

È..é chegado o momento...estou neste momento
beijos

Dexter disse...

Seus textos estão cada vez mais poéticos e profundos. Pega leve, já to com receio de começar a não conseguir alcançá-los.

Beijo.

Krika disse...

rsrs. Esse aí foi foda mesmo, até eu percbi que foi confuso depois que terminei de fazer. Pegarei leve sim. Bjssss

Anônimo disse...

e depois disso tudo dr(a) eu só tenho uma coisa a dizer:


Acho que preciso fazer cirurgia de fimose...

*Piada interna.... rsssssssssssssss

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