
Dentro de cada coração mora um abrigo – um abrigo que acolhe, que desabafa, que cala, que esperneia e que nos direciona para condições de extrema relevância para que nossa vida seja no mínimo aquilo que desejamos. E essa é apenas uma das comprovações que nos caracteriza enquanto livres – donos de nós mesmos.
Tolos de nós mesmos, acreditamos em tantas coisas possíveis que esquecemos que as coisas – e tudo são muitas coisas, são exatamente na maioria das vezes, da forma que são. Nada é tão concreto ou tão assertivo – magoamos, somos magoados, perdemos, ganhamos, blasfemamos, sentimos, ressentimos, decidimos e abdicamos. A prova é que nem sempre conseguimos ser indiferente, inabalável ou reativo a fatores externos, e tão fato já descaracteriza a liberdade por liberdade.
Somos apreensivos por vida, e ao contrário do que possa parecer, a prova mais concreta que esse fato é uma afirmativa genérica, é quando damos conta que a vida deveria ser exatamente da forma que gostaríamos, ou as “coisas” exatamente do jeito que queremos. Infelizmente ou não, nada é tão perfeito, nada é tão singular.
Somos inconstantes por natureza, e a dúvida dura o suficiente ao se apresentar uma nova possibilidade do que nos agrada, mesmo que o fato não favoreça para algo ou alguém. Talvez essa seja a maior prova de egoísmo, em que o homem de forma muito simples, expresse seu poder ou seu ato de liberdade.Às vezes conduzido de forma vã, às vezes conduzido de maneira muito consciente, penso que todos nós de uma maneira ou de outra, somos muito mais livres – por não asseguramos que diante de uma liberdade muito escrota, muitas pessoas não terão o direito de se sentir, pelo simples fato de não se permitir ao outro que seja.
Mas, com certeza, a perguntar que não cala e a expressão é sempre de que ninguém é responsável por ninguém, todos são maduros, todos são conscientes, todos são responsáveis por si mesmo e todos devem ter o direito sobre si...E assim a vida continua num descabido e escroto - se vire ou opte, em; livre-se ou seja livre, por você mesmo - eu não sou responsável por ninguém.
Tolos de nós mesmos, acreditamos em tantas coisas possíveis que esquecemos que as coisas – e tudo são muitas coisas, são exatamente na maioria das vezes, da forma que são. Nada é tão concreto ou tão assertivo – magoamos, somos magoados, perdemos, ganhamos, blasfemamos, sentimos, ressentimos, decidimos e abdicamos. A prova é que nem sempre conseguimos ser indiferente, inabalável ou reativo a fatores externos, e tão fato já descaracteriza a liberdade por liberdade.
Somos apreensivos por vida, e ao contrário do que possa parecer, a prova mais concreta que esse fato é uma afirmativa genérica, é quando damos conta que a vida deveria ser exatamente da forma que gostaríamos, ou as “coisas” exatamente do jeito que queremos. Infelizmente ou não, nada é tão perfeito, nada é tão singular.
Somos inconstantes por natureza, e a dúvida dura o suficiente ao se apresentar uma nova possibilidade do que nos agrada, mesmo que o fato não favoreça para algo ou alguém. Talvez essa seja a maior prova de egoísmo, em que o homem de forma muito simples, expresse seu poder ou seu ato de liberdade.Às vezes conduzido de forma vã, às vezes conduzido de maneira muito consciente, penso que todos nós de uma maneira ou de outra, somos muito mais livres – por não asseguramos que diante de uma liberdade muito escrota, muitas pessoas não terão o direito de se sentir, pelo simples fato de não se permitir ao outro que seja.
Mas, com certeza, a perguntar que não cala e a expressão é sempre de que ninguém é responsável por ninguém, todos são maduros, todos são conscientes, todos são responsáveis por si mesmo e todos devem ter o direito sobre si...E assim a vida continua num descabido e escroto - se vire ou opte, em; livre-se ou seja livre, por você mesmo - eu não sou responsável por ninguém.
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