Naquela noite tudo parecia ter vida – o vento que entrava pela janela, a respiração silenciosa na ansiedade do amanhecer, a cigarro mal acabado entre um trago e o próximo e todas as conjunturas possíveis de cada cômodo que os olhos conseguiam capturar.Ao deleitar sobre a distância abissal - presente dentro e fora do corpo que tentava capturar um pouco de alma, a mente perambulava sobre todas as vidas e vias possíveis - na tentativa de se encontrar.
A mente inquieta sorria como criança em tempos de inocência e chorava como gotas de orvalho nascidos no alvorecer.Feixes e raios de luzes invadiam a janela como faroletes, querendo anunciar uma alerta. Mas, que alerta?Se todas as inquietudes vinham daquele corpo que não se controlava - era sede, era fome, era ânsia. Angústia que suspirava na última esperança. Controle sobre o nada, mas que brotava em um coração diante de verdades muito claras.
Que horas exatamente o sol nasce?? Que horas sentimos o que gostaríamos exatamente do jeito que achamos que deveria ser, se nem somos o que gostaríamos todos os dias. Tem tanta gente no meio e dentro do que queremos, que querer na forma genuína não expressa querer, por apenas querer. Ou seja, um simples querer!
Que horas exatamente o sol nasce?? Que horas sentimos o que gostaríamos exatamente do jeito que achamos que deveria ser, se nem somos o que gostaríamos todos os dias. Tem tanta gente no meio e dentro do que queremos, que querer na forma genuína não expressa querer, por apenas querer. Ou seja, um simples querer!
A vida anda pra frente, porque existe um ponto que muda todo dia de lugar diante dos nossos olhos, às vezes de forma notável, às vezes diante do que nos move. Mas esse ponto, é apenas a ilusão de que é necessário acreditar sempre em algo, para que estejamos de pé todos os dias, mesmo que a gente o desconheça.
2 comentários:
ô menina... escreve tão lindo e fica c essa maconha de acabar c o blog! Deixe de freteeeeeeee
Mui belo, mui belo!
Já desliguei e acendi. E agora? hehe!
Beijo Miss TPM.
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SEM CENSURA...SE JOGUE!