
Estava na sala do trabalho quase arriada sobre a mesa do computador diante de tantos laudos a serem feitos para serem entregues no mesmo dia, e após alguns minutos, tinha chegado à conclusão que a saída para o cigarro, para o lanche, para o MSN, não surtia o efeito desejado - de simplesmente desanuviar por alguns instantes todo aquele amontoado de idéias que brotavam, fugiam, se perdiam na minha cabeça. A ânsia descontrolada pela realização e cumprimento da tarefa, perseguia a busca pela sensação de trabalho realizado, que se perdia e morria a cada intervalo de horas que o relógio realizava - eu sabia que trabalhava mais que ele, mas o que adiantava brigar se ele consegui dá conta de tudo com apenas uma simples badalada.
Entre um momento e outro de tensão, desejava que todo aquele martírio fosse acabado com o máximo de perfeição possível, percebia que a sala diminuía gradativamente, os cantos dos cômodos escureciam, como cenas de teatro aguardando o final para que todas as luzes fossem apagadas e as cortinas fechadas. Mas naquele momento as cortinas só se fechariam se eu conseguisse terminas os 14 pareceres.
Meus pensamentos se perderam em vários momentos entre uma característica e outra sobre aquele papel que eu mesmo descrevia, e naquele momento eu me dei conta que a cada frase colocada sobre aqueles indivíduos, possuía uma grande responsabilidade embaraçadas sobre meus pensamentos e os meus dedos que corriam feito léguas para sanar todo aquele trabalho. Era como despir alguém para outro alguém e que ao menos, não teve o direito de negar todos aqueles ditos sobre o mesmo, pois eu era esse alguém que tinha o poder naquele momento.
De volta aos meus pensamentos... Fervorosamente distribuía os restos de energias que ainda me restavam, me dei conta de modo irrefutável que trabalhos que exigem um esforço mental demandam um reorganização e descobrimento diárias de idéias – é uma ordem de fatores que devem está desorganizado, mas fluido, para posteriormente encontrar um o lugar certo, no momento certo e na hora certa como o brilho de uma luz que se acende. Esse lugar tem nome e só dele emerge todas as possibilidades – o cérebro.
Ao termino de todo o trabalho e contagiada pela sensação de trabalho realizado, dei-me conta que já se passava do horário normal de seguir viagem, e voltei ao caminho de casa com o firme pensamento sobre os tipos de trabalho.
Ao entra no ônibus pensei sobre o tipo de esforço que o cobrador realiza ao me entregar o troco, ou a cada passageiro que passava pela catraca. Ao sentar olhei para o motorista e também pensei que tipo de esforço o motorista realiza para fazer as manobras de um percurso que o mesmo faz todos os dias para o mesmo lugar. O que há de novo nessa atividade, o que há de criação nessa atividade de forma geral. Em seqüência veio em pensamento, o entregador de pizza, o motoboy, o operador de maquinas, o digitador, o açougueiro e vários outros trabalhos operacionais de níveis diversos que poderiam ser citados...Poderia chegar a várias conclusões, poderia me aborrecer, poderia me irritar, poderia até entender...Mas achei melhor beber uma cerveja gelada, jogar conversa fora fiada, toma um banho ao chegar em casa, dormir e entender que cada um segue o que melhor lhe convier.E o relógio continuará trabalhando, enquanto eu, não!
Entre um momento e outro de tensão, desejava que todo aquele martírio fosse acabado com o máximo de perfeição possível, percebia que a sala diminuía gradativamente, os cantos dos cômodos escureciam, como cenas de teatro aguardando o final para que todas as luzes fossem apagadas e as cortinas fechadas. Mas naquele momento as cortinas só se fechariam se eu conseguisse terminas os 14 pareceres.
Meus pensamentos se perderam em vários momentos entre uma característica e outra sobre aquele papel que eu mesmo descrevia, e naquele momento eu me dei conta que a cada frase colocada sobre aqueles indivíduos, possuía uma grande responsabilidade embaraçadas sobre meus pensamentos e os meus dedos que corriam feito léguas para sanar todo aquele trabalho. Era como despir alguém para outro alguém e que ao menos, não teve o direito de negar todos aqueles ditos sobre o mesmo, pois eu era esse alguém que tinha o poder naquele momento.
De volta aos meus pensamentos... Fervorosamente distribuía os restos de energias que ainda me restavam, me dei conta de modo irrefutável que trabalhos que exigem um esforço mental demandam um reorganização e descobrimento diárias de idéias – é uma ordem de fatores que devem está desorganizado, mas fluido, para posteriormente encontrar um o lugar certo, no momento certo e na hora certa como o brilho de uma luz que se acende. Esse lugar tem nome e só dele emerge todas as possibilidades – o cérebro.
Ao termino de todo o trabalho e contagiada pela sensação de trabalho realizado, dei-me conta que já se passava do horário normal de seguir viagem, e voltei ao caminho de casa com o firme pensamento sobre os tipos de trabalho.
Ao entra no ônibus pensei sobre o tipo de esforço que o cobrador realiza ao me entregar o troco, ou a cada passageiro que passava pela catraca. Ao sentar olhei para o motorista e também pensei que tipo de esforço o motorista realiza para fazer as manobras de um percurso que o mesmo faz todos os dias para o mesmo lugar. O que há de novo nessa atividade, o que há de criação nessa atividade de forma geral. Em seqüência veio em pensamento, o entregador de pizza, o motoboy, o operador de maquinas, o digitador, o açougueiro e vários outros trabalhos operacionais de níveis diversos que poderiam ser citados...Poderia chegar a várias conclusões, poderia me aborrecer, poderia me irritar, poderia até entender...Mas achei melhor beber uma cerveja gelada, jogar conversa fora fiada, toma um banho ao chegar em casa, dormir e entender que cada um segue o que melhor lhe convier.E o relógio continuará trabalhando, enquanto eu, não!
2 comentários:
Háa, Jesus tem que pagar um cerva pra mim também! Ele pregou a igualdade. rsrsrs!
Beijo!
Concordo. É melhor beber uma cerveja.
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SEM CENSURA...SE JOGUE!