FEITA PARA COMPETIR


Eu e meus botões mentais andam pela rua tentando encontrar a sínica relação entre e o jogo e a competição. Se a vida não foi feita para competir, para que serve a vida então?
Eu não gosto de jogar, mas também não gosto de perder, eu não gosto de competir, mas também não gosto de apostar. Isso se torna uma incongruência dos infernos, assim como, pensar que conseguimos seguir uma linearidades de pensamentos eternos para todas as respostas, que cá entre nós, confundem mais do que facilitam ao nos deparar com a cruel situações de decidir entre competir ou perder, é no mínimo ingênuo e no máximo visceral.
Antes nem possibilitava um questionamento próprio sobre a sobrevivência terrena de quê, entre a vida, o jogo e a competição a relação é súbita e imperceptível, tênue e sutil ou muitas vezes, presente, notório e quem sabe até viril.
Se a vida não foi feita para jogar e nem para competir, que cá para nós, no amplo sentido me parece a mesma coisa, então para que diabos os provérbios sugam nossas cabeças, quando distante da possibilidade de gotas de humildade o ser humano busca, ser mais do que é, pelo simples prazer de poder, para alguém, algo, ou alguma coisa. Será uma estapafúrdia burrice negar a idéia?

Farinha pouca meu pirão primeiro
Amigos, amigos negócios a parte
Quem não pode, arria.
Quem não pode com mandinga, não carrega patuá.
Quem não pode com o pote, não pega na rodilha.
Quem não pode com o tempo, não inventa modas.
Quem não pode como quer, faça como puder.
Quem não pode morder, não mostra os dentes.
Quem não tem dinheiro na bolsa, não tem mel na boca.
Quem não tem, não é.

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