
Existe uma grande diferença entre escrever sentimentos, e escrever, puramente pelo simples hábito de escrever, talvez essa seja uma das minhas compulsões mais marcantes escondidas, e agora não mais escondidas em um simples hábito. Falar da vida e das pessoas, vê um filme e pensar na vida, fazer contatos e escrever, pensar, achar e escrever não é meramente um hobby. Mas alguém um dia me disse que achar é muito pouco e pensar é mais que tudo.
Eu escrevo tanto, que diante das leis naturais que os homens direcionaram como padrões, para que um blog se torne blog, isso concretize como um ato simplimente irrelevante e precário.
Tem alguém aqui, ou em algum lugar que reflete sobre as coisas que eu escrevo, e isso me faz uma pessoa menos inexplicável.
Gosto de falar da vida, saber o que as pessoas gostam, entender o mundo, pensar sozinha, saber as tendências e no que as pessoas estão pensando. Uma conversa pode virá post, um conflito, uma alegria, uma tristeza ou até mesmo uma separação.Quem sabe fruto dessas variações de humor totalmente loucas e dinâmicas que a vida na sua simples diversificação se mostre, criemos uma condição de ser mais que um simples corpo-vivo que; nasce, cresce, reproduz e morre. Mas morrer, não é o final de tudo, porque até lá, descobrimos sentidos para cada ação e posição que desejamos ocupar nesse grande mundo.
São pessoas todos os dias reunidas em algum lugar, seja, num encontro casual descomprometido entre amigos, ou um carinha que você acabou de se apaixonar, ou numa agendada tarefa de se encontrar, mas que no final se resumi em saber, apenas saber um pouco do outro e/ou para falar como as pessoas estão. É saber do presente, tempo e matéria de doação. De como você e/ou os outros imaginarão o futuro, ou o que aconteceu daquele ultimo romance que perduram até o momento de valer está. Será que aquela prima casou, será que a promoção daquele amigo vingou, ou quem sabe a tia encalhada por anos de sofrimento por aquele amor que se separou. A família que se destrinchou, os desejos que não aconteceram e os grandes comentadores que fazem desse canto um lugar melhor que o meu...
Eu odeio pensar que um dia pude acreditar em destino, eu já sonhei com vários destinos para mim, e ao invés de vivê-los sem ao menos ter me dado conta que se tratava de destino ou não, preferi me tornar uma pessoa mais cética. Para alguns isso não foi bom, para outros essa é uma verdade e uma posição melhor de ocupar, visto que, o mundo fica mais saudável quando ao destino você não permite que sua vida te leve, sem objetivos.
O que será que Caetano pensava quando compôs Shy Moom, será que ele só produzia tanto quando exilado. Acho que isso é uma grande mentira, Caetano continua produzindo e desejando que a suas músicas continuem tão bacanas e inteligentes quanto extamente são.
Precisamos parar, será que isso nos faz menos do que somos ou o que gostaríamos. Existe coisas inexplicáveis na vida, fatos acontecendo todos os dias que ora nos pegam e nos dão sentido e ora nos distanciam, porque não desejamos porque não nos interessa. E aì?!?!? O que você tem haver com isso, eu tenho direitos sobre tudo o que eu me permito querer, continuo um amontoado de corpo, conectado e organizando numa estrutura prolongada nessa vida de sentidos, para as pessoas e principalmente para mim mesma.
Continuo gostando de gente, de fatos. Mas o mundo é muito grande e ser um imã as vezes cansa, mas eu continuo gostando. Assim que a minha vida se direciona, não pelo destino das coisas que escolhi, pois foge da definição de ser destino, mais finca na definição de ser realidade, tudo que eu continuo construindo e escrevendo até agora. Escolhi a profissão desejada, e posso achar todas as que eu ache interessante exercer, sem ter que diferenciar de pensar e isso não faz menos que achar, como alguém um dia me disse.
Eu escrevo tanto, que diante das leis naturais que os homens direcionaram como padrões, para que um blog se torne blog, isso concretize como um ato simplimente irrelevante e precário.
Tem alguém aqui, ou em algum lugar que reflete sobre as coisas que eu escrevo, e isso me faz uma pessoa menos inexplicável.
Gosto de falar da vida, saber o que as pessoas gostam, entender o mundo, pensar sozinha, saber as tendências e no que as pessoas estão pensando. Uma conversa pode virá post, um conflito, uma alegria, uma tristeza ou até mesmo uma separação.Quem sabe fruto dessas variações de humor totalmente loucas e dinâmicas que a vida na sua simples diversificação se mostre, criemos uma condição de ser mais que um simples corpo-vivo que; nasce, cresce, reproduz e morre. Mas morrer, não é o final de tudo, porque até lá, descobrimos sentidos para cada ação e posição que desejamos ocupar nesse grande mundo.
São pessoas todos os dias reunidas em algum lugar, seja, num encontro casual descomprometido entre amigos, ou um carinha que você acabou de se apaixonar, ou numa agendada tarefa de se encontrar, mas que no final se resumi em saber, apenas saber um pouco do outro e/ou para falar como as pessoas estão. É saber do presente, tempo e matéria de doação. De como você e/ou os outros imaginarão o futuro, ou o que aconteceu daquele ultimo romance que perduram até o momento de valer está. Será que aquela prima casou, será que a promoção daquele amigo vingou, ou quem sabe a tia encalhada por anos de sofrimento por aquele amor que se separou. A família que se destrinchou, os desejos que não aconteceram e os grandes comentadores que fazem desse canto um lugar melhor que o meu...
Eu odeio pensar que um dia pude acreditar em destino, eu já sonhei com vários destinos para mim, e ao invés de vivê-los sem ao menos ter me dado conta que se tratava de destino ou não, preferi me tornar uma pessoa mais cética. Para alguns isso não foi bom, para outros essa é uma verdade e uma posição melhor de ocupar, visto que, o mundo fica mais saudável quando ao destino você não permite que sua vida te leve, sem objetivos.
O que será que Caetano pensava quando compôs Shy Moom, será que ele só produzia tanto quando exilado. Acho que isso é uma grande mentira, Caetano continua produzindo e desejando que a suas músicas continuem tão bacanas e inteligentes quanto extamente são.
Precisamos parar, será que isso nos faz menos do que somos ou o que gostaríamos. Existe coisas inexplicáveis na vida, fatos acontecendo todos os dias que ora nos pegam e nos dão sentido e ora nos distanciam, porque não desejamos porque não nos interessa. E aì?!?!? O que você tem haver com isso, eu tenho direitos sobre tudo o que eu me permito querer, continuo um amontoado de corpo, conectado e organizando numa estrutura prolongada nessa vida de sentidos, para as pessoas e principalmente para mim mesma.
Continuo gostando de gente, de fatos. Mas o mundo é muito grande e ser um imã as vezes cansa, mas eu continuo gostando. Assim que a minha vida se direciona, não pelo destino das coisas que escolhi, pois foge da definição de ser destino, mais finca na definição de ser realidade, tudo que eu continuo construindo e escrevendo até agora. Escolhi a profissão desejada, e posso achar todas as que eu ache interessante exercer, sem ter que diferenciar de pensar e isso não faz menos que achar, como alguém um dia me disse.
3 comentários:
não é bacana desejar Feliz Natal?
abraço
Feliz Natal pra você também, seguidora fervorosa!
E continue escrevendo fevorosamente.
Beijos!
Aiai, eu adoro tudo o que tu escreves, então, por favor, não pare!rs
Desejo-te tudo de bom e felicidades para toda a vida, não somente para o natal!
rs
Beijos
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SEM CENSURA...SE JOGUE!