Foto Ana DiasEu sou muito gente boa, mais infelizmente não tenho toda paciência do mundo, eu até gostaria de ser melhor como "psico-clínica", mas realmente não sou...E isso já está bem aceito dentro da minha enorme cabecinha.
Lembro-me adolescente quando amigos adoravam contar seus problemas, e eu na viagem e quase um livro de auto-ajuda ambulante transformava o grande problema em filosofia barata, e todos saiam felizes e satisfeitos com o grande discurso fantasioso sobre a vida.
Lembro-me adolescente quando amigos adoravam contar seus problemas, e eu na viagem e quase um livro de auto-ajuda ambulante transformava o grande problema em filosofia barata, e todos saiam felizes e satisfeitos com o grande discurso fantasioso sobre a vida.
Hoje mudei, estou mais cabeção do que antes, e com idéias realistas sobre o mundo e sem muita ingenuidade do que são as pessoas, tento não intitular os problemas, e ouço mais do que falo, aprendi realmente o que é ser uma boa ouvinte e uma boa falante, entendo que a vida de cada um é um mundo secreto criado por cada um de forma muito particular, como já dizia Marisa Monte na sua música Infinito Particular.
Adoro ouvir as pessoas, entendê-las e poder ajudá-las, mas, alto lá...
Um comentário:
Adorei o post! É uma delícia a gente perceber o tanto q amadureceu! É mais delícia ainda lembrar das imaturidades que a gente jpa fez e pensar q hj seria diferente!
Saudadeeeeeeeeeeee
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SEM CENSURA...SE JOGUE!