Foto Cilio Barroso Eu sou chuva de verão
Que cai como lágrimas insensatas
Por respostas fundidas
Nem dentro nem fora,
mas emaranhadas
Como fios de lã enroladas
Sobre o peso de quem carrega o mundo
E que grita ao mundo,
Que cai como lágrimas insensatas
Por respostas fundidas
Nem dentro nem fora,
mas emaranhadas
Como fios de lã enroladas
Sobre o peso de quem carrega o mundo
E que grita ao mundo,
-Tenha pena de mim!!!
São amores longes de tantos amores
São passados cercados de marcas
De quem acha que esqueceu
Mas na realidade só lembrara
No entanto ou enquanto
São amores longes de tantos amores
São passados cercados de marcas
De quem acha que esqueceu
Mas na realidade só lembrara
No entanto ou enquanto
Do vive e/ou atrapalha
Das cabeças cansadas
Talvez,
Das cabeças cansadas
Talvez,
Dentro de você e de mim
São vozes atordoadas
Todas gritando agoniadas
São certas ou erradas?
De novo?!?!
Dessa vez é!
Dentro de mim
Todos querem,
São vozes atordoadas
Todas gritando agoniadas
São certas ou erradas?
De novo?!?!
Dessa vez é!
Dentro de mim
Todos querem,
A importância da risada
Das luzes e flechas gargalhadas
E olhos brilhantes na madrugada
Mas não procuram a verdade na verdade
À paz na infelicidade
Das luzes e flechas gargalhadas
E olhos brilhantes na madrugada
Mas não procuram a verdade na verdade
À paz na infelicidade
Nem eu sei se é vida
Só sei que é
Só sei que é
Fresco e fulgente
Isso sim...
Dentro de mim!
Isso sim...
Dentro de mim!
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