Eu não sei se é bem uma casa?!?!

Foto Lia Pires

Entre uma casa que não tinha teto e não tinha nada, essa casa era muito diferente, talvez, mas perto do Vilarejo que areja um vento bom e o horizonte que deita no chão...
Não há casa mais aconchegante
Se existe, lembrar, já não faz tanta diferença
O ar, a vista, o mar tão distante.
Se for planta que exala um frescor sobre o vento da madrugada, ou o tempo de piada de cada participador
É natureza dentro da gente quando entro naquela casa.
É pedaço de gente boa sem fazer muita chiada.
Calmaria, paz e muita risada, que o sono quase beirando passa e despista ao som da madrugada
Olha, eu não sei se é bem uma casa?!?!
Mas não existe energia, das pessoas sem a casa e nem a casa sem a energia das pessoas
Mas para cada canto, eu tenho certeza que nessa casa a paz com certeza se deitou...
Casa é um pedaço da gente, é um pouco da vida que guardamos, é um detalhe de toda nossa historia é a marca do que nos faz e se decifra para pouca gente.
É o quarto-canto respeitado
É a sala laranja ardente
É um pedaço de rede que demonstra calmaria e aconchego
É o sol que não bate e a orquídea que não nasce
É o que eu não digo, mas viajo, num quadro logo ali enigmático, e penso cada um tem seus possíveis segredos.
Mas, casa...
Ah, essa só faz parte, quando nos sentimos livre.
E, eu amo muito
Essa casa é gente!

2 comentários:

Anônimo disse...

Peraaaaaaaa!! Q tipo de droga vc fumou p escrever essa poesia fodástica?? Tou perdidinha da silvaaaaaaaaaaa

Krika disse...

A casa que é gente,laranja ardente, você não conhece...rsrs

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