Foto Silvia AfonsoTodas as terças-feiras tenho sessões orgásticas intelectuais (no bom sentido) devido a aula de um grande professor de Psicanálise, maravilho.
Minhas idas e vindas à faculdade nas terças se tornam muito mais felizes e minha cabeça que adora elucubrar viagens intermináveis, diz a mim, “Puta que pariu, hoje você ta produzindo pra caralho, dá um tempo aí... rs”
Estive refletindo sobre a aula do professor, concluindo que, as pessoas esperam um final sempre feliz para quase tudo na vida...
Consegui entender e acreditar realmente, que tendemos a mascarar aquilo que intimamente negamos, no sentido subjetivo, como tentativas de minimizar um possível sofrimento...
Minhas idas e vindas à faculdade nas terças se tornam muito mais felizes e minha cabeça que adora elucubrar viagens intermináveis, diz a mim, “Puta que pariu, hoje você ta produzindo pra caralho, dá um tempo aí... rs”
Estive refletindo sobre a aula do professor, concluindo que, as pessoas esperam um final sempre feliz para quase tudo na vida...
Consegui entender e acreditar realmente, que tendemos a mascarar aquilo que intimamente negamos, no sentido subjetivo, como tentativas de minimizar um possível sofrimento...
Criamos e elaboramos vários mecanismos de defesas, possíveis e impossíveis de ser decifrados, reconstruímos uma estrutura social mas permissiva, e idealizamos um mundo na maioria das vezes através de projeções simbólicas, fantasiosas e imaginarias do que gostaríamos encontrar no mundo, dentro de um aspecto aceitável de normalidade e com a intenção de que se cumpra na zona de conforto mental um equilíbrio, e finalmente poderá reinar um sanidade mental aceitável socialmente.
Negamos a morte diariamente... Observe?!?! (Não quero puxar a discussão das influências do mundo ocidental).
Negamos a morte diariamente... Observe?!?! (Não quero puxar a discussão das influências do mundo ocidental).
Vejo que, existe uma grande pitada de transferência das pessoas naquilo que elas negam e para sobreviver elegem como forma de substituir reposanbilidades os chamados bodes expiatórios. Brindamos essa negação elegendo os bodes expiatórios, nem sempre de forma consciente, mas como finalidade de servos minimizadores e/ou aniquiladores da nossa culpa e incompetência para perceber que é muito mais além. Naturalmente tendemos a excluir as pessoas, algo, ou alguma situação ao invés de buscar nossas parcelas de culpa e comprometimento na produção dos fatos, potencializando nossa produção fantasiosa para ocultar o real.
Esse texto tá um saco , estou tentando finalizar desde o horário do almoço, mas as idéias estão foda, a ortografia ta foda o conexto ta foda...desisto...To sem saco!
É isso aí, cansei!
Um comentário:
No melhor da putaria, no quase ápice, quase gozo, vc desiste.
putz...
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SEM CENSURA...SE JOGUE!