Arte: Salvador DalíPodemos entender melhor a vida quando paramos de querer compreender tudo que perpassa pela mesma. Os detalhes, as relações, os amores, a morte, a separação, os amigos, o cotidiano, a semana, os pais, grosseria, o carinho, o amor e etc.
Hoje assisti a um filme que dentro de sua simplicidade de detalhes e combinações a impressão que se tem ao observar nos "homens"(de forma geral) é que permanece sempre algo em nós que deseja ser revelado.
Hoje assisti a um filme que dentro de sua simplicidade de detalhes e combinações a impressão que se tem ao observar nos "homens"(de forma geral) é que permanece sempre algo em nós que deseja ser revelado.
Em analogia ao ser humano e o seu mundo interior podemos defini-lo como um céu, que combinado as vezes com os fenômenos da natureza podem nos transformar e logo voltar ao estado natural, simplismente céu.
Tudo que é desconhecido é sedutor, e o que se revela se torna parte de um pedaço perdido de autonomia sobre si mesmo. Passamos anos de nossas vidas dedilhando uma relação infortuna pelo futuro de se fazer feliz a partir da combinação de não se sentir só por si só...
Tudo que é desconhecido é sedutor, e o que se revela se torna parte de um pedaço perdido de autonomia sobre si mesmo. Passamos anos de nossas vidas dedilhando uma relação infortuna pelo futuro de se fazer feliz a partir da combinação de não se sentir só por si só...
As pessoas nos deixam convencidos que toda a leitura superficial realizada sobre nós podem nos dar conforto e felicidade, porém, quando ainda impacientes sobre o que está acontecendo conosco, buscamos outros, que cumprirá o mesmo papel!
A felicidade não está em sí entender como ser único, mas o inicio dessa compreenção pode abranger uma concepção muito maior, ou seja, que um casal deve ser mais que conhecer tanto do outro, e não simplismente dar-se a outrem chance de se reconhecer na relação como dono do que outro o identifica para você se sentir individuo.
A felicidade não está em sí entender como ser único, mas o inicio dessa compreenção pode abranger uma concepção muito maior, ou seja, que um casal deve ser mais que conhecer tanto do outro, e não simplismente dar-se a outrem chance de se reconhecer na relação como dono do que outro o identifica para você se sentir individuo.
No fim, o que nos resta é sermos um enigna ambulantes loucos por um decifrador que finalize com nossa angústia de nos buscarmos...
2 comentários:
Visite o Universo bloguístico nega. Vc está lá.
;)
bjo!
Obrigada minha amiga linda, vc sempre muiro sacada e inteligente...Te adoro Cris!
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SEM CENSURA...SE JOGUE!